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A Kombi do futuro

A Volkswagen resolveu entrar na onda da Rio+20. A Conferência das Nações Unidas que traz ao debate o desenvolvimento sustentável para o futuro, tem se mostrado uma ótima oportunidade para as marcas automotivas apresentarem seus veículos ecologicamente corretos. Seguindo esse conceito, a Volkswagen mostrou o protótipo elétrico e-Bulli, que  reinterpreta a forma original compacta da Kombi.
Sob o capô da minivan, se esconde um motor elétrico que produz até 85 kW de potência – o equivalente a 115 cv – e 27,5 kgfm de torque. Eficiente, leva menos de uma hora para ser “carregado” numa estação de reabastecimento elétrico. O suficiente para percorrer até 300 km. Quem quiser transitar por distâncias maiores, pode contar com a adaptação que o carro possui para incorporar motores 1.0 ou 1.4 de injeção direta a gasolina e a diesel. A velocidade também é limitada eletronicamente, atingindo no máximo 140 km/h. O conceito também pode incorporar os motores de injeção direta a gasolina e a diesel eficientes como mecanismos de acionamento alternativos. Motores com 1,0 ou 1,4 litro são eficientes no uso de combustíveis. Ideal para qualquer pessoa que deseje percorrer grandes distâncias com o mínimo de consumo de combustível.


 Design
A edição elétrica do Bulli tem 3,99 metros de comprimento, 1,75 metro de largura e 1,70 metro de altura. O T1 era um tanto mais comprido e mais alto, porém mais estreito. Com uma distância entre os eixos de 2,62 metros, o e-Bulli utiliza bem o seu comprimento geral.
O e-Bulli foi apresentado mundialmente em 2011 no Salão de em Genebra e também possui pintura em dois tons – nesse caso branco e vermelho. O “V” sobre o capô é mantido na cor branca. O capô de fato abriga o motor: em vez de tração nas rodas traseiras com um motor boxer, como na Kombi, o e-Bulli possui um motor elétrico localizado na frente do eixo frontal e tração nas rodas dianteiras. Eis aqui um compacto mecanismo de acionamento cujos principais componentes são um motor elétrico, um inversor de frequência de alta tensão e um conversor para o sistema elétrico de 12 volts.
Acompanhando o DNA de design da Volkswagen, há um layout horizontal dos faróis duplos estreitos com luzes diurnas de LED em forma de “L” e indicadores de mudança de direção implementados como LEDs arranjados na forma de um “L” invertido em cada canto externo. No mesmo nível abaixo, encontra-se as entradas de ar para o compartimento de passageiros e para resfriar a bateria ou para resfriar os mecanismos de acionamento convencionais alternativos.
Lateralmente, ele apresenta uma grande “luz de neblina” redonda em cada lado, uma outra entrada de ar no meio, e um spoiler frontal na cor preta em baixo. Essa linha combina com as linhas das soleiras laterais.
Oculto no piso atrás das soleiras fica a bateria de íon de lítio do e-Bulli. As maçanetas brancas das portas são práticas, abrindo na direção do arrasto. As rodas de liga-leve de 18 polegadas são especialmente atraentes. Na sua área central há uma área cromada estilizada – um outro tributo ao veículo de muitos anos atrás. Mais curtos do que nunca antes são as saliências na frente e atrás.
Vista de baixo para cima, em cima do para-choque na mesma cor da carroçaria (incluindo o difusor estilizado na cor preta) há a porta traseira que se estende por toda a largura do veículo. Na porta traseira, as estreitas luzes de LEDs perpetuam um tema do conceito do Micro-ônibus de 2001. No centro, porém menor do que na parte frontal: o símbolo da Volkswagen. Quando todos os seis assentos estão erguidos, há um bagageiro com capacidade para 370 litros atrás do assento traseiro.

 Espaço interno
Como o design da carroçaria, o interior também guarda surpresas. O compartimento dos passageiros conta com teto solar panorâmico. O e-Bulli também é equipado com uma única fileira de bancos na frente. A van também oferece espaço para três pessoas na parte de trás.

Infotainment
Um iPad removível no console central serve de tela sensível ao toque multifuncional. Juntamente com as aplicações para iPad baseadas na Internet e a central multimídia, o tablet também cuida do controle de funções tais como telefone com Bluetooth e sistema de navegação. Integrados exatamente na base do iPad há controles para o ar-condicionado e o interruptor de luzes intermitentes localizado na parte central.
Em frente ao motorista, há um velocímetro na forma de um semicírculo. Um painel colorido multifuncional, também na forma semicircular, pode ser usado para visualizar e controlar (por meio de teclas multifuncionais localizadas no guidão e acima dele) o sistema de navegação, o telefone, o computador de bordo e a central multimídia – toda a unidade com velocímetro e painel multifuncional também se comunica com o iPad.
No e-Bulli a alavanca de transmissão é substituída por um seletor rotativo à direita do motorista, que é usado para ativar as marchas à frente e ré. Um botão no mesmo seletor é usado para ligar e desligar o motor. Um outro seletor rotativo à esquerda do motorista é usado para controlar as funções das luzes.
Assentos reclináveis
Quando a fileira de bancos traseira é recolhida, a capacidade de carga aumenta para 1.600 litros. Além disso, o sistema de assentos pode ser transformado em uma grande superfície reclinável com apenas alguns poucos movimentos manuais.
A posição dos assentos é alta e relaxante. Como benefício extra, ela também oferece uma vista ótima na frente. Isso também era assim no T1. O que contribui para o conforto a bordo dos veículos de hoje é o fato de que o e-Bulli da nova era é equipado com todos os recursos de segurança concebíveis.

 
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