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Glossário automotivo – Parte 2

A Recreio BH trás hoje para você a segunda parte do glossário automotivo para esclarecer todas as dúvidas que você ainda tem sobre carro. Quem gosta de automóveis sempre quer saber tudo sobre seu funcionamento, mas alguns componentes são bastante complicados para um leigo. Fique atento aos termos e aos seus significados:

Embreagem: Existente nos veículos com câmbio manual e nos semi-automáticos, a peça intermediária liga o motor à caixa de câmbio é composta por um platô, disco e a carcaça que gira na mesma rotação do motor. Quando o pedal é acionado, o disco é liberado, girando por inércia e permitindo troca de marcha nesse intervalo de tempo. Nos carros de transmissão automática, a embreagem não existe.

Filtros: Utilizados em todos os veículos, têm o objetivo de reter partículas e outras sujeiras que possam prejudicar o desempenho dos componentes que protegem. O filtro de ar serve para reter poeira e partículas maiores que são puxadas pela aspiração do motor. Os filtros de óleo têm a função de eliminar as impurezas que existam nos líquidos.

Freios: Há dois tipos: a disco e a tambor. O freio a disco funciona quando duas pastilhas prendem o disco que acompanha o movimento da roda. No freio a tambor, a pressão das lonas alojadas no seu interior faz com que este pare a roda. O funcionamento dos freios depende do fluido de freio e do estado dos discos, pastilhas, lonas e tambores. O fluido deve ser trocado a cada 30000 quilômetros, e as pastilhas e lonas, no mínimo a cada 15000.

Freios ABS: O sistema de freios ABS oferece mais segurança nas frenagens graças a um dispositivo eletrônico que modula a pressão do fluido de freio nas rodas, impedindo que travem em freadas bruscas. Funciona comandado por uma unidade de controle, instalada perto do motor e ligada a quatro sensores, conectados a cada roda. Quando o pedal do freio é acionado, os sensores fazem a leitura da velocidade das rodas. A unidade de controle calcula qual roda deve girar mais devagar ou mais rápido para evitar uma derrapagem. Por isso ele é mais eficaz.

Fusível: Serve para proteger os circuitos elétricos de danos em caso de fluxo de carga excessivo.

Ignição Eletrônica: A ignição começa o processo da queima da mistura entre ar e combustível comprimida pelo pistão. Substitui os distribuidores convencionais por mapas eletrônicos, com resultado mais eficiente que a ignição convencional.

Injeção Eletrônica: A central eletrônica comanda a mistura ar/combustível em quantidades quase ideais. A dosagem do combustível com o ar pelo sistema eletrônico dispensa a regulagem manual.

Junta do cabeçote: Equipamento que resiste às altas temperaturas da câmara de combustão e à pressão, sem ficar incandescente nem provocar vazamentos. Posicionada entre o bloco e o cabeçote do motor, é composta por uma camada de amianto coberta por duas chapas de cobre. Sua forma reproduz com exatidão os vários perfis encontrados no cabeçote, que fornecem um apoio com vedação hermética para as câmaras de combustão, passagens de água e de óleo sob pressão, furos de retorno do óleo e condutos para as varetas das válvulas.

Junta Homocintética: A junta homocinética é usada para unir os semi-eixos às rodas estressantes nos carros que possuem tração dianteira. Sua articulação angular permite a movimentação das rodas de maneira uniforme.

Luzes: Faróis que ajudam dão visibilidade ao motoristas quando há pouca iluminação na via.

Motor: Responsável por transformar energia em movimento, gerando os cavalos (cv = cavalo-vapor) e o torque (a força de tração). Seus principais componentes são: cárter que é reservatório de óleo, bloco, que abriga o virabrequim e os pistões, cabeçote  que é a parte superior e sede da câmara de combustão, válvulas, eixo do comando de válvulas e seus assistentes, como velas e bicos injetores.

Motor de arranque: Equipamento que transforma a energia elétrica da bateria em energia mecânica, transmitida ao motor para o início do seu funcionamento. Ao se ligar o carro, o motor de partida faz girar uma roda dentada instalada no volante do motor para que este entre em funcionamento.

Óleos: São substâncias lubrificantes usados para diminuir o atrito entre peças móveis do motor e do câmbio. São fundamentais para o bom funcionamento do veículo. Existem diferentes tipos dentro de uma classificação técnica, podendo ser de origem mineral ou sintética.

Platinado: Conjunto de peças que abre e fecha o circuito de ignição. Sua função é distribuir a energia elétrica para as velas na queima da mistura ar/combustível nos cilindros.

Radiador: Parte do sistema de arrefecimento do veículo, realiza as trocas de calor entre ar e água ou ar e óleo, mantendo o motor e seus componentes em uma temperatura ideal de funcionamento.

Suspenção: Controla a estabilidade, trepidação, oscilação e flutuação das rodas em contato com as irregularidades da via. Suas peças fundamentais são amortecedores e molas .

Tração: Gerada pelo motor, é a força que impulsiona um veículo. Ela passa às rodas pelo sistema de transmissão e pode ser de três tipos: dianteira, traseira ou integral, conhecida como tração nas quatro rodas.

Turbo: Motor turbinado é um motor mais potente devido a instalação de um turbocompressor. A diferença entre os motores aspirado e turbo está exatamente na forma como o ar é admitido no motor. No aspirado, o ar é sugado pelo movimento dos pistões, a função do turbo é forçar grande volume de ar para dentro dos cilindros, por meio de uma turbina  ou por um compressor mecânico . Com mais ar no motor, há um aumento da energia gerada no momento da explosão dentro do cilindro, aumentando a potência proporcionalmente de 40% a 80%.

Vela: É a unidade responsável por provocar a ignição da mistura ar/combustível dentro do cilindro e, em consequência, sua explosão.

 
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