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Sensor Crepuscular: tecnologia luminosa

Um dos itens opcionais que passou a compor a gama de tecnologias disponíveis para veículos intermediários e premium, está o sensor crepuscular. Muitos condutores podem não saber sua funcionalidade.

Ao pensar no termo “crepúsculo” é fácil ter uma noção do que se trata esse dispositivo. Em termos mais simples o sensor é o dispositivo pelo qual o veículo irá acender automaticamente suas luzes, isso caso haja necessidade.

Ele identifica a luminosidade do ambiente externo em que o automóvel está trafegando, assim ele percebe a necessidade de acender as luzes. O sensor crepuscular então ativa automaticamente o sistema de luminosidade do veículo como o farol e a sinaleira. Além disso, é extremamente útil em tuneis, pois, o sistema também ligará de forma automática as luzes em casos como este.

Apesar de parecer complexo, e de ter um nome elegante, o sensor crepuscular tem um sistema elétrico relativamente simples que já é do conhecimento de muitas pessoas. Mas se você ainda não conhece esse sistema vamos entender como ele funciona!

  • Como funciona o sensor crepuscular?

O sensor é um sistema óptico que trabalha com dois sensores de luminosidade integrados. Esse sistema funciona a base de células conhecidas como fotoelétricas. Essas células também podem ser conhecidas como fotovoltaicas ou sensores fotoelétricos.

Essas células são conhecidas mundialmente por estarem aplicadas em dispositivos como calculadoras, relógios e painéis solares. Essas células são capazes de transformar luz em energia! Além disso os sensores crepusculares são feitos de materiais semicondutores comuns aos transístores, o que temos em especial o silício cristalino.

Ao variar a luminosidade sobre o sensor ele varia sua resistência para mais ou para menos, o que pode acionar o circuito que comanda o acionamento dos faróis e luzes de posição (sinaleiras) do veículo.

Ou seja, quando a luz atinge uma célula voltaica, sua energia aquece o material semicondutor o que gera uma corrente elétrica que pode ser utilizada, então, para o funcionamento de dispositivos eletrônicos.

Na maioria das vezes as placas fotovoltaicas utilizam dois tipos de silício. Um é combinado com Boro, para criar um polo negativo, e o outro é combinado com Fósforo, para criar o polo positivo. O acréscimo de energia originada pelos fótons (luz) excita os elétrons, o que os arranca da ligação mais fraca, que então passam a fluir livremente do silício com mais elétrons, que seria o Boro com a ligação negativa, para o silício com menos elétrons, que se resume ao Fósforo e a ligação positiva. Isso cria a corrente elétrica.

No caso específico dos carros os fotossensores são feitos para funcionarem com a luz natural, o que exclui a influência de luzes das vias públicas. Geralmente são instalados atrás do retrovisor interno do carro ou na base do para-brisas, à frente do painel de instrumentos, assim evitando obstruções à passagem de luminosidade.

Ao final do dia, quando se passa em túneis, ou em locais com pouca luminosidade, quando não há mais luz suficiente para iniciar a corrente elétrica na célula fotoelétrica o relé é desconectado do fotossensor para se conectar ao ECU. Assim, é através desse relé que, na ausência de luz suficiente para manter a corrente elétrica na célula fotovoltaica um sinal elétrico é enviado à Unidade Central de Comando para que ascenda as luzes externas.

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